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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo

No dia 30 de outubro, o Grupar-RP mobilizou a comunidade de Ribeirão Preto com diversas atividades no Parque Municipal Maurílio Biagi.

Foram realizadas atividades de alongamentos, gincanas, distribuição de folhetos e cartilhas; palestras com a Nutricionista, Dra. Adriane Silva; com a Terapeuta Ocupacional,Dra.Cheila Maíra Lelis, e também com a Reumatologista , Dra. Fabíola Reis Oliveira.

Oferecemos um isotônico caseiro para a reidratação dos participantes, e a massoterapeuta voluntária, Marlene M. Zenerato, e seu esposo João Paulo, ofereceram massagem aos integrantes do Grupar-RP e ao público.

Ainda contamos com a participação especial do grupo de teatro amador, Aliança de Misericórdia, que apresentou a peça "Os Ventrículos", bastante aplaudida.

De acordo com Ana Lúcia Marçal, presidente do Grupar-RP, “foi uma manhã extremamente agradável e proveitosa, uma oportunidade de levar a um maior número de pessoas informações sobre as várias formas de manifestação do reumatismo, e as possibilidades de melhoria na qualidade de vida”.





CONSULTE UM TERAPEUTA OCUPACIONAL. SUA VIDA TERÁ MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

13 de Outubro dia do Terapeuta Ocupacional

"A Terapia Ocupacional é uma profissão preocupada com a promoção da saúde e bem-estar através da ocupação, algo que beneficia as pessoas de todas as idades, um feito notável para comemorar."
A todos(as) os(as) Terapeutas Ocupacionais, sorte,sucesso e consagração em nossa profissão!!!

Curiosidades

A terapia ocupacional teve origem nos EUA, há aproximadamente 100 anos, e ultimamente, foi indicada por uma revista americana como uma das profissões do futuro.
No Brasil, essa profissão foi regulamentada em 13 de outubro 1969, pela Lei n° 938. Atualmente a profissão tem ganhado cada vez mais destaque, visto que a preocupação com o bem-estar e com a integração dos indivíduos que possuem alguma limitação na sociedade também tem crescido. É importante salientar que a área de pesquisas de técnicas de adaptação também é muito impulsionada dentro da terapia ocupacional .


Abaixo uma elucidação aos leigos que pouco sabem sobre o que faz um terapeuta ocupacional ,as àreas em que podemos atuar e os benefícios que poderão ser atingidos pelos individuos submetidos a intervenção terapêutica ocupacional.

Para ser um terapeuta ocupacional é necessário diploma de curso superior em Terapia Ocupacional, que tem a duração média de quatro anos. O curso proporciona ao aluno uma formação completa e humana. Algumas matérias que fazem parte da grade curricular do curso são: anatomia humana, biologia humana, atividades e recursos terapêuticos, fisiologia, sociologia, processos de saúde, psicologia do desenvolvimento, neurologia, ortopedia, abordagens terapêuticas, psicologia social e do trabalho, saúde mental, desempenho profissional, ética profissional, etc. Estágios supervisionados também fazem parte das exigências da maioria das instituições que oferecem o curso.

Esse profissional pode trabalhar com crianças, adolescentes, adultos , idosos, portadores de deficiências físicas, problemas neurológicos, sensoriais, mentais, emocionais e sociais.

A terapia ocupacional tem grande eficácia para o paciente, podendo até ser feita em conjunto com outros tratamentos.
O objetivo do trabalho é promover, recuperar e/ou manter a saúde, a qualidade de vida e a inclusão social do indivíduo.

O campo de atuação do terapeuta é bastante amplo e o profissional pode atuar nas seguintes áreas:

•Clínicas e consultórios particulares;
•Assistência domiciliar e empresas de home-care;
•Hospitais gerais e especializados;
•Centros de reabilitação;
•Ambulatórios de saúde mental e centros de atenção psicossocial;
•Programas públicos de atenção à saúde da criança e do adolescente;
•Programas sócio-educativos para o menor infrator;
•Empresas, área de prevenção de acidentes/ ergonomia, treinamento de pessoal e desenvolvimento de projetos;
•Centros de atenção à pessoa idosa;
•Escolas regulares em programas de inclusão social e escolas especializadas para portadores de necessidades especiais;
•Cooperativas de trabalho de populações marginalizadas;
Organizações não-governamentais.


Realizar atividades que desenvolvam habilidades do dia-a-dia que podem ser físicas, artísticas, pedagógicas, artesanais, lúdicas, entre outras, podendo envolver pintura, teatro, desenhos, jogos, etc.
O objetivo desse trabalho é envolver os pacientes com atividades que promovam o restabelecimento ou desenvolvimento de faculdades e habilidades, na tentativa de integrar essa pessoa cada vez mais na sociedade. Esse trabalho pode ser de prevenção, habilitação ou reabilitação, e pode ser aplicado em pacientes de qualquer idade, dependendo de cada caso e de cada necessidade.
Realizar consultas constantemente e analisar a eficiência do tratamento, e caso necessário, realizar mudança no projeto inicial

Áreas de atuação e especialidades
A terapia ocupacional pode ser:

Preventiva

Geralmente para pacientes que possuem alguma doença degenerativa. O profissional trabalha para que as habilidades de realizar tarefas do dia-a-dia sejam preservadas ao máximo.

Habilitação
É voltada para pessoas que precisam aprender a realizar as tarefas do dia-a-dia da melhor forma. Geralmente são crianças que já nasceram com algum tipo de limitação, ou que adquiriram durante a infância.

Reabilitação
É voltado para pessoas que perderam capacidades ou habilidades por algum tipo de doença, ou por pessoas que não conseguem realizar tarefas satisfatoriamente, como é o caso de pessoas muito estressadas ou hiperativas. Nesse caso, o trabalho é feito para tentar recuperar faculdades, e desenvolve-las ao máximo.

A TERAPIA OCUPACIONAL é muito eficiente, principalmente em:

•investigação diagnóstica,
•reabilitação das funções físicas e mentais do paciente,
•estimulação da independência nas atividades da vida diária e prática (AVD e AVP),
•confecção de adaptações,
•auxílio do indivíduo na sua função familiar e social,
•prevenção da ociosidade e da depressão,
•ampliação da qualidade de vida, dentro das possibilidades e limitações do indivíduo.

Os casos onde a terapia ocupacional é mais recomendada são:
•Acidentes vasculares cerebrais (derrames cerebrais)
•Bebês de alto-risco
•Deficiência mental
•Distúrbios de aprendizagem
•Psicoses ou distúrbios psicóticos
•Paralisia cerebral
•Síndromes genéticas
•Deficiência visual parcial ou total, congênitas ou adquiridas
•Depressões psico-neuróticas
•Traumatismos de medula vertebral
•Queimaduras de membros superiores
•Hanseníase
•Distúrbios reumáticos de membros superiores
•Lesões por esforços repetitivos (L.E.R.)
•Treinamento de próteses de membros superiores
•Lesões de nervos periféricos de membros superiores
•Fraturas de punho, mão e dedos.

Mercado de trabalho
O mercado de trabalho para esse profissional é amplo, porém a profissão ainda é pouco divulgada, levando em conta a importância desse trabalho.

O PROFISSIONAL CAPACITADO A REALIZAR TERAPIA OCUPACIONAL DEVERÁ SER HABILITADO E DEVIDAMENTE REGISTRADO PELO CREFITO.

CONSULTE UM TERAPETA OCUPACIONAL.SUA VIDA TERÁ MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Uso de Órteses em Pacientes Acometidos pelo AVC

Órteses são dispositivos aplicados a um ou mais segmentos corporais com objetivos como:

  • estabilizar articulações,
  • compensar fraquezas musculares,
  • prevenir a instalação ou o agravamento de deformidades articulares,
  • manter ganhos de amplitudes articulares obtidos com procedimentos cirúrgicos,
  • reduzir a dor e diminuir parcialmente a sobrecarga em um determinado segmento corporal.

As órteses são confeccionadas em material plástico termomoldável aceitando o formato anatômico do membro envolvido.O Terapeuta Ocupacional além de estar capacitado a confeccioná-la ,também orientará quanto ao seu uso, incluindo higiene e a possibilidade de lesões em áreas de pressão,o que é de suma importância principalmente em pacientes diabéticos.

A órtese de membro inferior mais usada para indivíduos com hemiparesia (dificuldade de movimento em um lado do corpo) é a órtese abaixo do joelho, denominada tornozelo pé.O uso de órtese para membros inferiores deve ser iniciado em fases precoces da recuperação da lesão cerebral com a finalidade de prevenir contraturas e deve se estender através do período de recuperação motora e treino de marcha.

Assim que o paciente começar a andar após uma lesão cerebral, antes de iniciar o uso de órteses, o terapeuta ocupacional deverá realizar uma análise cuidadosa da marcha. Alguns pacientes podem apresentar um ‘pé caído’ como única anormalidade na marcha, enquanto outros podem apresentar joelho instável, ou uma combinação de pé eqüino espástico (que não apoia o calcanhar no chão) e "genu recurvatum" (joelho hiperestendido).

A órtese deverá ser adequada para controlar os desvios presentes na marcha e ajustada de acordo com as mudanças no padrão de atividade motora.

Para indicar uma órtese, o Terapeuta Ocupacional considerará, além dos elementos essenciais que favorecem a marcha, outros fatores que contribuam para maior adesão do paciente ao seu uso, como leveza, durabilidade e conforto.

O tipo de órtese deve ser adequado às características de marcha de cada indivíduo, levando-se em consideração suas expectativas e interesses.

O PROFISSIONAL CAPACITADO A REALIZAR ESTE TIPO DE INTERVENÇÃO É OTERAPEUTA OCUPACIONAL.

Procure um profissional habilitado e devidamente registrado pelo CREFITO.