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domingo, 29 de maio de 2011

Obesidade: culpa pode ser de bactérias


Olá amados leitores,

Hoje trago uma matéria que recentemente recebi sobre Obesidade, algo que assombra muitas pessoas no mundo.
Quem de nós não tem um conhecido, um parente, um amigo ou até um familiar que sofre desta doença.Muitos obesos são tratados como pessoas desleixadas com o corpo e esta matéria traz uma notícia sobre novas pesquisas que pode mudar o conceito de muitas pessoas.
Não significa que devemos comer infinitamente e culpar as bactérias também , mas isso pode justificar o esforço de muitas pessoas que passam uma vida inteira fazendo dietas miraculosas e não atingem o objetivo esperado.
Boa leitura!


Obesidade: culpa pode ser de bactérias
Micro-organismos da flora intestinal e contato com substâncias tóxicas têm impacto no peso, diz ciência




Ganhar peso não depende apenas do equilíbrio entre a quantidade de calorias ingeridas e a energia gasta com atividades físicas ou da herança genética. Essa equação pode contemplar pelo menos mais três variáveis, como o tipo de bactéria que a pessoa tem em sua flora intestinal, o grau de exposição a substâncias tóxicas e a quantidade de cálcio que ela ingere, de acordo com pesquisadores brasileiros que ontem se reuniram para debater o assunto.
Obesidade atinge 15% de SP: pesquisadores buscam causas paralelasO tema foi discutido no simpósio Causas não clássicas da Obesidade, durante o 15º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica, em São Paulo. Um dos palestrantes, o endocrinologista Mário José Abdalla Saad, professor de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, diz que começou a pesquisar sobre o papel da flora bacteriana intestinal na obesidade há quatro anos e sua primeira pesquisa sobre o assunto foi publicada em 2006 pela revista científica Nature.
"O número de bactérias que habita nosso intestino é 10 vezes maior do que o número de células do nosso próprio organismo. Por isso, achar que elas não têm nenhum papel relevante em doenças é um pouco de inocência", analisa. Segundo ele, bactérias presentes no intestino do obeso são diferentes das observadas no intestino de um indivíduo magro, tanto em ratos quanto em seres humanos.
Agora, os cientistas investigam como essas bactérias interferem na gordura corporal. Uma das possibilidades é a de que alguns tipos de bactérias, mais frequentes no trato intestinal dos gordinhos, extraiam a energia dos alimentos e a repassem para o organismo do indivíduo, induzindo ao ganho de peso. Enquanto isso, outras bactérias, mais comuns no intestino dos magros, extraem e consomem essa energia, o que favorece a manutenção de um corpo esbelto.
O objetivo das pesquisas é criar um tratamento para a obesidade com base no mecanismo de atuação das bactérias intestinais. "Só é preciso tomar cuidado para não aparecerem ‘milagreiros’ oferecendo tratamentos com antibióticos ou probióticos que prometam o fim da obesidade", alerta Saad. Ele explica que a "eficiência" das bactérias varia de pessoa para pessoa e que, hoje, os estudos ainda estão sequenciando o DNA desses micro-organismos para entender melhor o processo.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Faculdade de Medicina da USP e membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), é plausível que o excesso de peso esteja relacionado a fatores que não são usualmente investigados como causas para o problema. Para ele, o crescimento da obesidade está atualmente desproporcional à modificação dos hábitos da população. "Não vale mais essa história de que o obeso é um sem-vergonha que come muito e que não se exercita. Há uma série de outros fatores que contribuem para isso", diz.
Segundo Halpern, o trabalho de Saad traz um campo novo de estudos e uma esperança de tratamentos para o futuro. "Além de sabermos que obesos têm bactérias diferentes das de pessoas magras, algumas experiências mostram que se pegarmos as bactérias de um animal obeso e passarmos para o animal magro, ele tende a engordar", explica.
Embalagens e pesticidas têm ligação com a gordura

Entre as causas não clássicas de obesidade discutidas ontem no 15º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica estão os disruptores endócrinos. São substâncias tóxicas que interferem na ação dos hormônios corporais e podem estar em plásticos, agrotóxicos, produtos de limpeza e embalagens de alimentos. A mais popular delas é o bisfenol A, que foi alvo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no mês passado - quando os fabricantes, em todo território nacional, passaram a ser obrigados a informar a presença do composto em seus produtos.
Testes em laboratório comprovaram que substâncias como o bisfenol A, presente em latas de refrigerante e até em mamadeiras, aumentaram o risco de obesidade em ratos, relata o médico Nelson Rassi, chefe da Divisão de Endocrinologia do Hospital Geral de Goiânia e professor visitante do Jackson Memorial Hospital, da Universidade de Miami. Segundo ele, um levantamento nos EUA mostrou que 95% das crianças e adolescentes daquele país apresentam bisfenol A na urina. Outro composto que teria relação com a obesidade, segundo Rassi, é o ftalato, usado em plásticos, perfumes e loções. De acordo com ele, a substância teria a capacidade de aumentar o volume das células corporais. A tributirina, fungicida usado no tratamento de madeiras, exerceria efeito similar, diz Rassi.
Professor da Universidade de Pernambuco, o médico Luiz Henrique Griz apresentou, com base em um compilado de estudos internacionais, a possível relação entre cálcio, vitamina D e ganho de peso: quanto menor o consumo desses nutrientes, maior o risco. "Vitamina D e cálcio não são uma solução mágica para perder peso, mas têm papel importante nesse processo."
Maus hábitos ainda pesam mais na balança

A obesidade tem sido alvo cada vez mais frequente de investigações científicas. E não é por acaso: os homens acima do peso, por exemplo, já são maioria no País e também na cidade de São Paulo, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, 15% da população da cidade está obesa.
Mas no caso da capital, os maus hábitos têm grande parcela de culpa. O paulistano está acima da média nacional no consumo de refrigerantes e carne gordurosa. E se exercita menos do que a maioria dos outros brasileiros: na cidade, só 13,7% da pessoas seguem as indicações da Organização Mundial de Saúde para a prática de exercícios, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico (Vigitel).


Matéria postada por :Mariana Lenharo - Jornal da Tarde no site do www.PlanosDeSaudeOnline.com.br



DIFICULDADES EM SEU COTIDIANO?!
CONSULTE UM TERAPEUTA OCUPACIONAL.
EXIJA SEMPRE O CREFITO DO MESMO, ASSEGURE-SE DE QUE O PROFISSIONAL QUE LHE ATENDE É DEVIDAMENTE CADASTRADO EM SEU CONSELHO RESPECTIVO.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Aprendizagem forma sinapses

Segundo a Agência FAPESP:
Novas conexões entre neurônios começam a se formar logo após o aprendizado de uma nova tarefa, indica estudo publicado no site da revista Nature.
A pesquisa envolveu observações detalhadas do processo de alteração nas ligações nervosas em animais que ocorre no cérebro durante a aprendizagem motora.
Os pesquisadores estudaram camundongos que foram condicionados a se deslocar por uma passagem em uma gaiola para alcançar sementes. Foi observado um rápido crescimento das sinapses, as estruturas que formam conexões entre neurônios no córtex motor, a parte do cérebro que controla os movimentos musculares.
“Verificamos uma formação robusta e quase imediata de sinapses, menos de uma hora após o início do condicionamento”, disse o coordenador da pesquisa Yi Zuo, professor da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, nos Estados Unidos.
O grupo de Zuo observou a formação de estruturas chamadas espinhas dendríticas que crescem em neurônios piramidais (grandes células que ligam as camadas do cérebro) no córtex motor.
As espinhas dendríticas formam sinapses com outras células nervosas. Nessas sinapses, os neurônios piramidais recebem sinais de outras regiões do cérebro envolvidas na memória motora e nos movimentos dos músculos. Os cientistas verificaram que o crescimento de novas espinhas dendríticas foi seguido pela eliminação seletiva de espinhas pré-existentes, de forma que a densidade geral das espinhas retornou ao nível original.
“Trata-se de um processo de remodelagem por meio do qual as sinapses que se formam durante o aprendizado se consolidam, enquanto outras se perdem. A aprendizagem motora imprime uma marca permanente no cérebro. Quando aprendemos a andar de bicicleta, por exemplo, uma vez que a memória motora é formada, não esquecemos o que foi aprendido. O mesmo ocorre quando um camundongo aprende uma nova habilidade motora: o animal aprende como fazer e não esquece mais”, explicou Zuo.
Comprender a base da formação de memórias de longo prazo é um desafio importante para a neurociência, com implicações no desenvolvimento de terapias que possam auxiliar pacientes na recuperação de habilidades perdidas em acidentes ou em derrames.
“Iniciamos nosso estudo com o objetivo de entender melhor os processos que ocorrem após um acidente vascular cerebral, quando os pacientes têm que reaprender a fazer determinadas atividades. Queremos descobrir se há algo que podemos fazer para acelerar o processo de recuperação”, disse Zuo.
O artigo Rapid formation and selective stabilization of synapses for enduring motor memories, de Yi Zuo e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com.





CONSULTE UM TERAPEUTA OCUPACIONAL. SUA VIDA TERÁ MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

13 de Outubro dia do Terapeuta Ocupacional

"A Terapia Ocupacional é uma profissão preocupada com a promoção da saúde e bem-estar através da ocupação, algo que beneficia as pessoas de todas as idades, um feito notável para comemorar."
A todos(as) os(as) Terapeutas Ocupacionais, sorte,sucesso e consagração em nossa profissão!!!

Curiosidades

A terapia ocupacional teve origem nos EUA, há aproximadamente 100 anos, e ultimamente, foi indicada por uma revista americana como uma das profissões do futuro.
No Brasil, essa profissão foi regulamentada em 13 de outubro 1969, pela Lei n° 938. Atualmente a profissão tem ganhado cada vez mais destaque, visto que a preocupação com o bem-estar e com a integração dos indivíduos que possuem alguma limitação na sociedade também tem crescido. É importante salientar que a área de pesquisas de técnicas de adaptação também é muito impulsionada dentro da terapia ocupacional .


Abaixo uma elucidação aos leigos que pouco sabem sobre o que faz um terapeuta ocupacional ,as àreas em que podemos atuar e os benefícios que poderão ser atingidos pelos individuos submetidos a intervenção terapêutica ocupacional.

Para ser um terapeuta ocupacional é necessário diploma de curso superior em Terapia Ocupacional, que tem a duração média de quatro anos. O curso proporciona ao aluno uma formação completa e humana. Algumas matérias que fazem parte da grade curricular do curso são: anatomia humana, biologia humana, atividades e recursos terapêuticos, fisiologia, sociologia, processos de saúde, psicologia do desenvolvimento, neurologia, ortopedia, abordagens terapêuticas, psicologia social e do trabalho, saúde mental, desempenho profissional, ética profissional, etc. Estágios supervisionados também fazem parte das exigências da maioria das instituições que oferecem o curso.

Esse profissional pode trabalhar com crianças, adolescentes, adultos , idosos, portadores de deficiências físicas, problemas neurológicos, sensoriais, mentais, emocionais e sociais.

A terapia ocupacional tem grande eficácia para o paciente, podendo até ser feita em conjunto com outros tratamentos.
O objetivo do trabalho é promover, recuperar e/ou manter a saúde, a qualidade de vida e a inclusão social do indivíduo.

O campo de atuação do terapeuta é bastante amplo e o profissional pode atuar nas seguintes áreas:

•Clínicas e consultórios particulares;
•Assistência domiciliar e empresas de home-care;
•Hospitais gerais e especializados;
•Centros de reabilitação;
•Ambulatórios de saúde mental e centros de atenção psicossocial;
•Programas públicos de atenção à saúde da criança e do adolescente;
•Programas sócio-educativos para o menor infrator;
•Empresas, área de prevenção de acidentes/ ergonomia, treinamento de pessoal e desenvolvimento de projetos;
•Centros de atenção à pessoa idosa;
•Escolas regulares em programas de inclusão social e escolas especializadas para portadores de necessidades especiais;
•Cooperativas de trabalho de populações marginalizadas;
Organizações não-governamentais.


Realizar atividades que desenvolvam habilidades do dia-a-dia que podem ser físicas, artísticas, pedagógicas, artesanais, lúdicas, entre outras, podendo envolver pintura, teatro, desenhos, jogos, etc.
O objetivo desse trabalho é envolver os pacientes com atividades que promovam o restabelecimento ou desenvolvimento de faculdades e habilidades, na tentativa de integrar essa pessoa cada vez mais na sociedade. Esse trabalho pode ser de prevenção, habilitação ou reabilitação, e pode ser aplicado em pacientes de qualquer idade, dependendo de cada caso e de cada necessidade.
Realizar consultas constantemente e analisar a eficiência do tratamento, e caso necessário, realizar mudança no projeto inicial

Áreas de atuação e especialidades
A terapia ocupacional pode ser:

Preventiva

Geralmente para pacientes que possuem alguma doença degenerativa. O profissional trabalha para que as habilidades de realizar tarefas do dia-a-dia sejam preservadas ao máximo.

Habilitação
É voltada para pessoas que precisam aprender a realizar as tarefas do dia-a-dia da melhor forma. Geralmente são crianças que já nasceram com algum tipo de limitação, ou que adquiriram durante a infância.

Reabilitação
É voltado para pessoas que perderam capacidades ou habilidades por algum tipo de doença, ou por pessoas que não conseguem realizar tarefas satisfatoriamente, como é o caso de pessoas muito estressadas ou hiperativas. Nesse caso, o trabalho é feito para tentar recuperar faculdades, e desenvolve-las ao máximo.

A TERAPIA OCUPACIONAL é muito eficiente, principalmente em:

•investigação diagnóstica,
•reabilitação das funções físicas e mentais do paciente,
•estimulação da independência nas atividades da vida diária e prática (AVD e AVP),
•confecção de adaptações,
•auxílio do indivíduo na sua função familiar e social,
•prevenção da ociosidade e da depressão,
•ampliação da qualidade de vida, dentro das possibilidades e limitações do indivíduo.

Os casos onde a terapia ocupacional é mais recomendada são:
•Acidentes vasculares cerebrais (derrames cerebrais)
•Bebês de alto-risco
•Deficiência mental
•Distúrbios de aprendizagem
•Psicoses ou distúrbios psicóticos
•Paralisia cerebral
•Síndromes genéticas
•Deficiência visual parcial ou total, congênitas ou adquiridas
•Depressões psico-neuróticas
•Traumatismos de medula vertebral
•Queimaduras de membros superiores
•Hanseníase
•Distúrbios reumáticos de membros superiores
•Lesões por esforços repetitivos (L.E.R.)
•Treinamento de próteses de membros superiores
•Lesões de nervos periféricos de membros superiores
•Fraturas de punho, mão e dedos.

Mercado de trabalho
O mercado de trabalho para esse profissional é amplo, porém a profissão ainda é pouco divulgada, levando em conta a importância desse trabalho.

O PROFISSIONAL CAPACITADO A REALIZAR TERAPIA OCUPACIONAL DEVERÁ SER HABILITADO E DEVIDAMENTE REGISTRADO PELO CREFITO.

CONSULTE UM TERAPETA OCUPACIONAL.SUA VIDA TERÁ MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O processo de saude do idoso

A Terapia Ocupacional trabalha na prevenção,estimulação, proporcionando independência e participação social.Como recurso terapêutico utiliza a atividade a fim de proporcionar ao indivíduo idoso um melhor desempenho funcional, mental e social.

No que diz respeito à perda de memória,busca resgatar e estimular o idoso nas atividades cognitivas e atuar na organização do seu cotidiano.

As atividades utilizadas tem a finalidade de mantê-los ativos a concentração, a seqüência do pensamento, a atenção e a capacidade de fazer escolhas.

A execução das atividades estimula-o a usar suas capacidades remanescentes e ajudando a mantê-las.

Todo este processo terapêutico ocupacional é um trabalho de manutenção e prevenção.

Algumas atividades podem ser mais utilizadas :
*atividade intelectual como a leitura,
*exercícios de memória,
*palavras cruzadas e
*jogos de xadrez.

Todas as atividades supra citadas auxiliam a manutenção da memória.
Estudos comprovam que o individuo que mantem um estilo de vida ativo com atividade física feita com regularidade e uma boa dieta saudável estão propensos a terem uma melhor preservação da memória.

Nas questões de socialização a participação em grupos educativos e terapêuticos contribui para o desenvolvimento e resgate de potencialidades presentes na terceira idade.

Planejar as atividades ajuda o idoso a se orientar e se organizar quanto aos horários e datas dos compromissos. O planejamento deve-ser feito de forma adapatável ao seu estilo de vida.

Oportunidades proporcionadas ao indivíduo idoso através das atividades terapêuticas ocupacionais transmite-lhes reforça o valor o pessoal de cada uma de suas experiências acumuladas através dos anos.

Para que o envelhecimento ocorra de maneira natural e saudável o idoso deve sentir-se parte integrante da comunidade, utilizando e mantendo suas capacidades residuais, fortalecendo suas condições físicas, estimulando as condições mentais, proporcionando a volta ao convívio social através dos trabalhos em grupo.

Entre outros fatores psicossociais importantíssimos que contribuem para um envelhecimento saudável, está a família, educação, cuidados com a própria saúde, além de motivação e iniciativa da própria pessoa idosa.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Aumento da oferta de Terapia Ocupacional


Começam as novas regras da ANS para os planos de saúde
Aumento da oferta de Terapia Ocupacional faz parte das mudanças



Começam a valer a partir de 07/06/2010 as mudanças instauradas no rol de procedimentos dos planos de saúde pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As alterações, definidas pela Resolução-normativa 211 da ANS, publicada em 11 de janeiro, insere 70 novos procedimentos na cobertura dos planos e amplia o número limite de sessões de algumas áreas da saúde, como a Terapia Ocupacional. O número máximo de sessões de terapia ocupacional cobertas pelos planos passará de seis a 12 por ano.


Outra novidade da resolução é a inserção de um artigo que obriga os planos a priorizar, na área de saúde mental, o atendimento ambulatorial e em consultórios ao invés da internação psiquiátrica. Além disso, a resolução inclui a cobertura de atendimento e acompanhamento em hospital-dia, que têm os terapeutas ocupacionais como um dos principais profissionais de suas equipes.



Fonte :http://www.crefito3.com.br

segunda-feira, 14 de junho de 2010

I Simpósio Internacional de Pesquisa em Terapia Ocupacional

Promovido pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo se propõe a discutir a questão dos instrumentos de avaliação, a bioética, a pesquisa qualitativa e como tudo isto se relaciona com a prática clínica, reunindo palestrantes brasileiros e uma palestrante da Terapia Ocupacional do Instituto Karolinska de Estocolmo, Suécia. Enfim, será um tremenda oportunidade para discutirmos questões tão importantes e para nos posicionarmos frente ao desafio de promover o conhecimento científico na Terapia Ocupacional.
Vamos participar e compartilhar!


Data: 27 e 28 de agosto de 2010

Local: Teatro do Instituto de Psiquiatria HC FMUSP
Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785 - Térreo
Cerqueira César - São Paulo/SP – CEP: 05403-010

Maiores informações: http://www.blcongressoseventos.com.br/ (clique em Eventos)

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Terapia Ocupacional nos planos de saúde

Segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS) os planos de saúde terão até o meio de 2010 para ampliarem o número de consultas de terapia ocupacional para 12 consultas por ano. Antes, a obrigação das empresas era de garantir até 6 consultas. A decisão da ANS é um reconhecimento de que essa especialidade é importante, e de que os brasileiros precisam dela.Entretanto, a indagação de que um terapeuta ocupacional faz e em que esse profissional poderá auxiliar,ainda é constante.Ao contrário do que o nome sugere, não serve para preencher o tempo vago das pessoas.
O Terapeuta Ocupacional contribui no devolvimento da capacidade das pessoas em realizarem suas atividades diárias, como tomar banho, se alimentar, sair de casa, trabalhar e se divertir.Se o indivíduo tiver dificuldade de executar alguma destas atividades citadas ou quaisquer outras relacionada com o seu cotidiano, faz-se necessário a atuação do terapeuta ocupacional. E em um contexto de perdas,no qual o sujeito '' fazia'',''podia'',''estava'', o terapeuta ocupacional contribui para a construção e/ou recriação de possibilidades,execução com autonomia,organização do cotidiano- muitas vezes desestruturado pelo acometimento de doenças, sempre respeitando a singularidade do indivíduo e de suas necessidades.

Um exemplo,quando uma pessoa sofre um acidente grave que a impossibilita de andar ou de movimentar-se,o profissional que irá ajudá-lo a se adaptar a essa nova vida será o terapeuta ocupacional.

A profissão também é essencial em problemas psiquátricos ou psicológicos. Longas internações hospitalares,durante este período ou pós alta ,o paciente pode precisar da terapia ocupacional para poder retomar as atividades de seu antigo cotidiano ou estabelecer novas atividades a sua nova realidade,por exemplo: voltar a fazer compras, relacionar-se com os amigos, formar uma famíla. Com idosos quando estes começam a perder a memória ou têem dificuldades em alimentar-se ou locomover-se,eles precisarão desse profissional da saúde para ajudá-los a voltar a fazer suas atividades.

Nós , terapeutas ocupacionais nos preocupamos em: estimular as pessoas usando recursos que façam sentido à sua vida. Por isso utilizamos como meio de tratamento atividades simples e criativas.Porém Terapia Ocupacional não é artesanato ou um meio de ocupar as pessoas e/ou seu tempo, cada exercício ,cada atividade proposta tem um sentido especial e vai ajudar o indivíduo a recuperar uma habilidade perdida.

...A ocupação é concebida como um elo de retorno à vida,visando engajar as pessoas nas ações que as ajudem a construir ou reconstruir seu cotidiano e,dessa forma,suas próprias vidas...

(LEMOS, 2005)